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Seja Otimista

Quando estamos no caminho em direção aos nossos objetivos temos duas opções: ou vemos as coisas pelo seu lado bom ou pelo seu lado ruim. Sim, mas o que isso quer dizer e qual a diferença para o nosso desempenho nessa jornada? Ora, quando se tem um comportamento de quem sempre busca ver o lado bom em tudo e em todos, mesmo em circunstâncias ruins ou complicadas,  torna-se muito mais fácil enfrentar as dificuldades e possibilitar o surgimento de  soluções. Até porque, quem acredita que tudo acontece para o melhor, ainda que não seja o melhor esperado, mas o melhor possível, com essa postura, consegue manter o ânimo vivo, o que é muito importante e contribui muitíssimo para que se mantenha o foco na meta final, sem riscos de desistência. E isto significa ser otimista! Sim! E esta condição atua no funcionamento do nosso cérebro, ativando partes do nosso sistema nervoso que favorece a concentração, a memória e até a empatia, o que favorece e muito o nosso desempenho diante de todos

Um Choque de Realidade

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  Desejos, metas, objetivos, todos temos e nos empenhamos para vê-los realizados. E eles não surgem do nada, mas como resultado da nossa interação com a vida. Mas será que temos claro em nossas mentes o que é a vida? Ou ficamos presos apenas às pequenas partes ou certas impressões que consideramos importantes? Os budistas costumam dizer que não vemos as coisas com clareza e que tudo está na mente. Mas o que isto significa, afinal? Ora, significa dizer que, algumas vezes, falhamos ou no momento da nossa percepção ou na interpretação dessa nossa percepção, que acaba por gerar inúmeras emoções que podem nos causar alguns problemas. Os budistas consideram, pelo menos, dois tipos de mente, uma primária, relacionada aos cinco sentidos, as nossas percepções, sendo ela mesma considerada um sexto sentido, pois ela percebe através dos órgãos dos sentidos, criando uma espécie de holograma mental, uma aparência cognitiva dos fenômenos,  e outra relacionada aos fatores mentais capazes de fa

Sem Dor, Sem Ganho

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Tradução da expressão inglesa “no pain, no gain”, esse clichê dos marombeiros carrega, de fato, uma grande verdade, pois sem esforço não se alcança os resultados. Mas o que tem a ver esforço com dor? Que expressão é essa? É claro que não estamos falando, necessariamente, de uma dor física, a não ser que seu objetivo esteja relacionado ao fisiculturismo, ao halterofilismo, ao esporte ou a uma atividade física em geral, fora isso, quer dizer esforço, dedicação, persistência, por aí. Mas como o esforço, a dedicação, a persistência, que são atitudes tão positivas, podem estar associadas à dor, quem pensou nisso? A grande questão é que, para se alcançar uma meta, é preciso pensar num movimento, é preciso sair da sua zona de conforto, abandonar velhos hábitos, se concentrar e persistir, ou seja, insistir em fazer o que é preciso para chegar aos resultados esperados. Porém, a grande dificuldade é que as mudanças, mesmo as desejadas, causam um enorme desconforto, o que torna o noss

Mire No Alvo Certo

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          No dia a dia, é comum enfrentarmos dificuldades. Afinal, nada é fácil e os desafios são frequentes. Mas nem sempre passamos pelas dificuldades sem ter nosso equilíbrio afetado. Algumas vezes, por um motivo ou outro, sentimos nossa harmonia desaparecer e, exatamente por isto, colocamos tudo a perder, fazendo uma tempestade num copo d’água, como dizem, pois reagimos diante de um problema, até pequeno, mas com uma intensidade enorme e por motivos que nada têm a ver com o problema em si. A exemplo disso, vou contar-lhes o que aconteceu com um antigo coachee . Há muito, muito tempo, ele vinha enfrentando um problema que correu na justiça, por isto, o muito, muito tempo, e envolveu família, o que lhe trouxe à tona inúmeros sentimentos já esquecidos e conflitantes e que acabou resultando em rupturas e um enorme prejuízo financeiro. Bom, ninguém está imune a sofrer um processo judicial, mas quando isso acontece de forma tão injusta e incompreensível, inacreditável mesmo, nos se

Existe porto Seguro?

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Todos buscam sentir-se seguros e nessa busca tão ávida por segurança, a maioria parece estar disposta a abrir mão de tudo em prol do tão sonhado porto seguro. Mas será que ele, de fato, existe? Será que há garantias para a vida? Será que é possível estar isento de qualquer risco ou infortúnio? Será possível transferir a responsabilidade para outrem e achar que tudo estará na mais perfeita ordem? Sim, segurança tem muito a ver com responsabilidade! Pense comigo, quando se compra uma mercadoria, por exemplo, é comum que o fabricante e até o vendedor dê garantia ao produto e isto quer dizer que, em caso de algum defeito ou problema, eles se responsabilizam pela troca ou reparo do produto sem custo adicional. Mas e na vida, será que é assim? Será que alguém se responsabilizará por nós? Será que alguém pagará esse preço? Sinto muito dizer, mas a resposta é não. Porém, ainda assim, é possível alcançar a única segurança possível que deriva da busca pela verdade, da verdade dos fatos